terça-feira, 20 de novembro de 2012

REVISÃO 2º ANO HISTÓRIA


REVISÃO IV UNIDADE HISTÓRIA 2º ANO

UNIFICAÇÃO DA ALEMANHA: No começo do século XIX a região foi conquistada pelos franceses sob o comando de Napoleão Bonaparte. O sacro Império Romano Germânico foi abolido e em seu lugar foi criada a Confederação do Reno, que foi dissolvida pelo Congresso de Viena e reconstituída em novas bases com o nome de Confederação Germânica (1815).
No final do século XIX a Alemanha foi unificada, formando um estado, com a atuação diplomática do chanceler Otto von Bismarck.
Entre os anos de 1914 e 1918, a Alemanha, em conjunto com o Império Austro-Húngaro e Itália, formaram a Tríplice Aliança na Primeira Guerra Mundial. Derrotada, a Alemanha condenada, pelo Tratado de Versalhes, a pagar os prejuízos de guerra, perdeu territórios e teve suas forças armadas reduzidas.

UNIFICAÇÃO DA ITÁLIA: As revoluções de 1848 na Itália tiveram um cará­ter essencialmente nacionalista. Pretendia-se libertar as regiões que se encontravam sob domínio austríaco e, a partir daí, concretizar a unificação italiana.
O fracasso desse levante revolucionário demonstrou a necessidade de ajuda externa, a base da unificação então será com o apoio externo e não com um levante popular com a liderança do Estado de Piemonte-Sardenha.
A liderança do proces­so de unificação se dividiu entre os seguidores Risorgimento e os "ca­misas vermelhas" de Giuseppe Garibaldi (que já havia lutado pelos ideais republicanos no Brasil e em outras áreas da América Latina). A participação da França: a favor contra Rússia e Áustria. Contra: durante a conquista de Roma e dos Estados Pontifícios (teve que desistir devido as derrotas na Guerra Franco-Prussiana). Questão Romana: O conflito entre o Estado e a Igreja na Itália que só foi resolvido em 1929 com o Tratado de Latrão que criou o Estado do Vaticano e tornou o catolicismo religião oficial na Itália.
Tanto a Itália quanto a Alemanha só conseguiram a sua unificação nas últimas décadas do século XIX. A Itália e a Alemanha eram compostas por dezenas de pequenos Estados. O que os alemães e os italianos queriam era a união desses pequenos Estados em um só.

O Liberalismo era o movimento político em favor da liberdade dos indivíduos, e o Nacionalismo era o movimento político em favor da liberdade e da autonomia dos povos, do direito de criarem seus próprios estados. As revoluções de na Europa 1848 tinham esses propósitos.

A Primavera dos Povos
O ano de 1848 foi o mais revolucionário do século XIX, em muitas regiões. Por isso recebeu o apelido de o ano da Primavera dos Povos. Em vários outros países europeus eclodiram revoltas populares. Nas principais cidades homens e mulheres ocuparam as ruas, ergueram barricadas (usaram entulhos para bloquear as ruas) e enfrentaram as tropas dos governos autoritários.

EXPANSÃO TERRITORIAL DOS ESTADOS UNIDOS
Entende-se como a expansão territorial dos EUA aquele período que se estende praticamente durante todo o século XIX, onde o país aumenta de modo extraordinário as suas fronteiras, chegando ao fim do mesmo período com praticamente as dimensões continentais que hoje possui. O desejo de ocupar os territórios a oeste, além dos Montes Apalaches, surgiu tanto do governo (que anexou vários territórios aos Estados Unidos) quanto da população (pois os colonos tinham a crença no documento chamado ‘destino manifesto’, em que os norte-americanos seriam o povo escolhido de Deus para ocupar os territórios entre o Oceano Atlântico e o Pacífico). Com um amplo espaço geográfico para se desenvolver que ia do Oceano Atlântico ao Pacífico, a Marcha para o Oeste se acentuou mais ainda, sem contar que fora descoberto reservas auríferas na região da Califórnia. Após a morte de inúmeros índios nativos, que não queriam ceder suas terras para os desbravadores, os EUA se consolidaram como uma grande nação geográfica e estratégica. A consequência da Marcha para o Oeste foi o aumento da população de 3.900.000, em 1790, para 7.200.000, em 1810, compondo uma sociedade agrária, formada por grandes latifúndios exportadores.

GUERRA DA SECESSÃO
A Guerra de Secessão foi um conflito militar que ocorreu nos Estados Unidos, entre os anos de 1861 e 1865. De lado um  ficaram os estados do sul contra os estados do norte.
Os estados do sul tinham uma economia baseada no latifúndio escravista e na produção, principalmente de algodão, voltada para a exportação. Enquanto isso, os estados do norte defendiam a abolição da escravidão e possuíam suas economias baseadas na indústria. Esta diferença de interesses deflagrou o conflito.
O conflito teve inicio em 1861 através de ações militares do sul. Com duração de cinco anos, a guerra provocou a morte de aproximadamente 600 mil pessoas. Os estados do norte, mais ricos e preparados militarmente, venceram e impuseram seus interesses sobre o país.
Consequências
- A escravidão foi abolida, atendendo aos interesses dos estados do norte e enfraquecendo os sulistas. Apesar disso, os negros não tiveram nenhum programa governamental que lhes garantissem a integração social. Após a liberdade, foram marginalizados pela sociedade.
- A região sul foi ocupada militarmente até o ano de 1877.
- O processo de industrialização do norte intensificou-se ainda mais, gerando mais riqueza na região. Por outro lado, o sul passou por uma crise, perdendo influência política.

O GOVERNO DE D. PEDRO I
O Primeiro Reinado é a fase da História do Brasil que corresponde ao governo de D. Pedro I. Tem início em 7 de setembro de 1822, com a Independência do Brasil e termina em 7 de abril de 1831, com a abdicação de D. Pedro I.
O governo de D. Pedro I enfrentou muitas dificuldades para consolidar a independência, pois no Primeiro Reinado ocorrem muitas revoltas regionais, oposições políticas internas.
Reações ao processo de Independência

Em algumas províncias do Norte e Nordeste do Brasil, militares e políticos, ligados a Portugal, não queriam reconhecer o novo governo de D. Pedro I. Nestas regiões ocorreram muitos protestos e reações políticas. Nas províncias do Grão-Pará, Maranhão, Piauí e Bahia ocorreram conflitos armados entre tropas locais e oficiais.
Constituição de 1824
Em 1823, durante a elaboração da primeira Constituição brasileira, os políticos tentaram limitar os poderes do imperador. Foi uma reação política a forma autoritária de governar do imperador. Neste mesmo ano, o imperador, insatisfeito com a Assembleia Constituinte, ordenou que as forças armadas fechassem a Assembleia. Alguns deputados foram presos.
D.Pedro I escolheu dez pessoas de sua confiança para elaborar a nova Constituição. Esta foi outorgada em 25 de março de 1824 e apresentou todos os interesses autoritários do imperador. Além de definir os três poderes (legislativo, executivo e judiciário), criou o poder Moderador, exclusivo do imperador, que lhe concedia diversos poderes políticos.
A Constituição de 1824 também definiu leis para o processo eleitoral no país. De acordo com ela, só poderiam votar os grandes proprietários de terras, do sexo masculino e com mais de 25 anos. Para ser candidato também era necessário comprovar alta renda (400.000 réis por ano para deputado federal e 800.000 réis para senador).
Guerra da Cisplatina
Este foi outro fato que contribuiu para aumentar o descontentamento e a oposição ao governo de D.Pedro I. Entre 1825 e 1828, o Brasil se envolveu na Guerra da Cisplatina, conflito pelo qual esta província brasileira (atual Uruguai) reivindicava a independência. A guerra gerou muitas mortes e gastos financeiros para o império. Derrotado, o Brasil teve que reconhecer a independência da Cisplatina que passou a se chamar República Oriental do Uruguai.
Confederação do Equador
As províncias de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará formaram, em 1824 a Confederação do Equador. Era a tentativa de criar um estado independente e autônomo do governo central. A insatisfação popular com as condições sociais do país e o descontentamento político da classe média e fazendeiros da região com o autoritarismo de D.Pedro I foram as principais causas deste movimento.
Em 1824, Manuel de Carvalho Pais de Andrade tornou-se líder do movimento separatista e declarou guerra ao governo imperial.
O governo central reagiu rapidamente e com todos as forças contra as províncias separatistas. Muitos revoltosos foram presos, sendo que dezenove foram condenados à morte inclusive Frei Caneca que foi fuzilado em praça pública no Recife. A confederação foi desfeita, porém a insatisfação com o governo de D.Pedro I só aumentou.
Desgaste e crise do governo de D.Pedro I
Nove anos após a Independência do Brasil, a governo de D.Pedro I estava extremamente desgastado. O descontentamento popular com a situação social do país era grande. O autoritarismo do imperador deixava grande parte da elite política descontente. A derrota na Guerra da Cisplatina só gerou prejuízos financeiros e sofrimento para as famílias dos soldados mortos. Além disso, as revoltas e movimentos sociais de oposição foram desgastando, aos poucos, o governo imperial.

Em março de 1831, após retornar de Minas Gerais, D.Pedro I foi recebido no Rio de Janeiro com atos de protestos de opositores. Alguns mais exaltados chegaram a jogar garrafas no imperador, conflito que ficou conhecido como “A Noite das Garrafadas”. Os comerciantes portugueses, que apoiavam D.Pedro I entraram em conflitos de rua com os opositores.
Abdicação
Sentindo a forte oposição ao seu governo e o crescente descontentamento popular, D.Pedro percebeu que não tinha mais autoridade e forças políticas para se manter no poder.
Em 7 de abril de 1831, D.Pedro I abdicou em favor de seu filho Pedro de Alcântara, então com apenas 5 anos de idade. Logo ao deixar o poder viajou para a Europa.

 PERÍODO REGENCIAL
O Período Regencial é uma época da História do Brasil entre os anos de 1831 e 1840. Quando o imperador D. Pedro I abdicou do poder em 1831, seu filho e herdeiro do trono D. Pedro de Alcântara tinha apenas 5 anos de idade. A Constituição brasileira do período determinava, neste caso, que o país deveria ser governado por regentes, até o herdeiro atingir a maioridade (18 anos).
Regentes que governaram o Brasil no período:
- Regência Trina Provisória (1831): regentes Lima e Silva, Senador Vergueiro e Marquês de Caravelas.
- Regência Trina Permanente (1831 a 1835): teve como regente José da Costa Carvalho, João Bráulio Moniz e Francisco de Lima e Silva.
- Regência Una de Feijó (1835 a 1837): teve como regente Diogo Antônio Feijó.
- Regência Interina de Araújo Lima (1371): teve como regente Pedro de Araújo Lima.
- Regência Una de Araújo Lima (1838 a 1840): teve como regente Pedro de Araújo Lima.
Um período tumultuado
O Brasil passou por uma grave crise políticas e diversas revoltas durante o período regencial.
Crise politica
A crise política deveu-se, principalmente, a disputa pelo controle do governo entre diversos grupos políticos: Restauradores (defendiam a volta de D. Pedro I ao poder); Moderados (voto só para os ricos e continuação da Monarquia) e Exaltados (queriam reformas para melhorar a vida dos mais necessitados e voto para todas as pessoas).
Revoltas
As revoltas ocorrem basicamente por dois motivos: más condições de vida de grande parte da população (mais pobres) e vontade das elites locais em aumentar seu poder e serem atendidas pelo governo.
Principais revoltas do período:

- Cabanagem (1835 a 1840) – motivada pelas péssimas condições de vida em que vivia a grande maioria dos moradores da província do Grão-Pará.
- Balaiada (1838 – 1841) – ocorreu na província do Maranhão. A causa principal foi a exploração da população mais pobre por parte dos grandes produtores rurais.
- Sabinada (1837-1838) – ocorreu na província da Bahia. Motivada pela insatisfação de militares e camadas médias e ricas da população com o governo regencial.
- Guerra dos Farrapos (1835 – 1845) – ocorreu no Rio Grande do Sul. Os revoltosos (farroupilhas) queriam mais liberdade para as províncias e reformas econômicas. 
Golpe da Maioridade e fim do Período Regencial
Os políticos brasileiros e grande parte da população acreditavam que a grave crise que o país enfrentava era fruto, principalmente, da falta de um imperador forte e com poderes para enfrentar a situação.
 Em 23 de julho de 1840, com apoio do Partido Liberal, foi antecipada pelo Senado Federal a maioridade de D. Pedro II (antes de completar 14 anos) e declarado o fim das regências. Esse episódio ficou conhecido como o Golpe da Maioridade. Foi uma forma encontrada pelos políticos brasileiros de dar poder e autoridade ao jovem imperador para que as revoltas pudessem ser debeladas e a ordem restaurada no Brasil.

DOM PEDRO II (SEGUNDO REINADO)
O Segundo Reinado é a fase da História do Brasil que corresponde ao governo de D. Pedro II. Teve início em 23 de julho de 1840, com a mudança na Constituição que declarou Pedro de Alcântara maior de idade com 14 anos e, portanto, apto para assumir o governo. O 2º Reinado terminou em 15 de novembro de 1889, com a Proclamação da República. O governo de D. Pedro II, que durou 49 anos, foi marcado por muitas mudanças sociais, política e econômicas no Brasil.
Política no Segundo Reinado
A política no Segundo Reinado foi marcada pela disputa entre o Partido Liberal e o Conservador. Estes dois partidos defendiam quase os mesmos interesses, pois eram elitistas. Neste período o imperador escolhia o presidente do Conselho de Ministros entre os integrantes do partido que possuía maioria na Assembleia Geral. Nas eleições eram comuns às fraudes, compras de votos e até atos violentos para garantir a eleição.
Término da Guerra dos Farrapos
Quando assumiu o império a Revolução Farroupilha estava em pleno desenvolvimento. Havia uma grande possibilidade de a região sul conseguir a independência do restante do país. Para evitar o sucesso da revolução, D.Pedro II nomeou o barão de Caxias como chefe do exército. Caxias utilizou a diplomacia para negociar o fim da revolta com os líderes. Em 1845, obteve sucesso através do Tratado de Poncho Verde e conseguiu colocar um fim na Revolução Farroupilha.
Revolução Praieira
A Revolução Praieira foi uma revolta liberal e federalista que ocorreu na província de Pernambuco, entre os anos de 1848 e 1850. Dentre as várias revoltas ocorridas durante o Brasil Império, esta foi a última. Ganhou o nome de praieira, pois a sede do jornal dirigido pelos liberais revoltosos (chamados de praieiros) situava-se na rua da Praia.

Guerra do Paraguai
Conflito armado em que o Paraguai enfrentou a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) com apoio da Inglaterra. Durou entre os anos de 1864 e 1879 e levou o Paraguai a derrota e a ruína.
Ciclo do café
Na segunda metade do século XIX, o café tornou-se o principal produto de exportação brasileiro, sendo também muito consumido no mercado interno.
Os fazendeiros (barões do café), principalmente paulistas, fizeram fortuna com o comércio do produto. As mansões da Avenida Paulista refletiam bem este sucesso. Boa parte dos lucros do café foi investida na indústria, principalmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, favorecendo o processo de industrialização do Brasil. Partindo do Rio de Janeiro, a cultura do café expandiu-se pelas serras do Rio de Janeiro, Sul de Minas, Vale do Paraíba e Oeste Paulista.
Imigração
Muitos imigrantes europeus, principalmente italianos, chegaram para aumentar a mão-de-obra nos cafezais de São Paulo, a partir de 1850. Vieram para, aos poucos, substituírem a mão-de-obra escrava que, devido às pressões da Inglaterra, começava a entrar em crise. Além de buscarem trabalho nos cafezais do interior paulista, também foram para as grandes cidades do Sudeste que começavam a abrir muitas indústrias. Sem contar no desejo do “branqueamento da população”, tese defendida na época por pessoas que achavam que quanto maior o número de pessoas “brancas” na população, maior seria o progresso daquela região.
Questão abolicionista
- Lei Eusébio de Queiróz (1850): extinguiu oficialmente o tráfico de escravos no Brasil
- Lei do Ventre Livre (1871): tornou livres os filhos de escravos nascidos após a promulgação da lei.
- Lei dos Sexagenários (1885): dava liberdade aos escravos ao completarem 65 anos de idade.
- Lei Áurea (1888): assinada pela Princesa Isabel, aboliu a escravidão no Brasil.
Crise do Império
A crise do 2º Reinado teve início já no começo da década de 1880. Esta crise pode ser entendida através de algumas questões:
- Interferência de D.Pedro II em questões religiosas, gerando um descontentamento nas lideranças da Igreja Católica no país;
- Críticas e oposição feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que mostravam-se descontentes com a corrupção existente na corte. Além disso, os militares estavam insatisfeitos com a proibição, imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do Exército não podiam dar declarações na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra;
- A classe média brasileira (funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar a implantação da República no país;
- Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter maior poder político, já que tinham grande poder econômico. Fazendeiros de regiões mais pobres do país também estavam insatisfeitos, pois a abolição da escravatura, encontraram dificuldades em contratar mão-de-obra remunerada.
Fim da Monarquia e a Proclamação da República
Em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, destituiu o Conselho de Ministros e seu presidente. No final do dia, Deodoro da Fonseca assinou o manifesto proclamando a República no Brasil e instalando um governo provisório.
No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial brasileira viajaram para a Europa. Era o começo da República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo, de forma provisória, o cargo de presidente do Brasil.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A ALEGRIA DE SER MULHER NO EREM SANTOS DUMONT


A ALEGRIA DE SER MULHER NO EREM SANTOS DUMONT

·         Entrevista com todas as Mulheres do EREM Santos Dumont.
·         Vamos abordar a condição feminina; A (des) valorização do trabalho da mulher, em relação ao trabalho masculino, abordando a equidde de gênero no contexto dos Direitos Humanos.
·         Perguntas:
Nome Completo
Profissão ou ocupação
Onde mora e quantas pessoas moram com você?
O seu salário é importante para a sua casa?
Alguém que ocupa o mesmo cargo que o seu do sexo masculino, recebe um salário maior que o seu?
Qual o seu grau de instrução?
Você se sente valorizada na sua profissão e/ou no local de trabalho?
A mulher hoje deixou de ser a “rainha do lar” e desempenha diversos papéis na sociedade. Até que ponto isso é visto como conquista para o bem estar feminino?
Você conhece casos de violência contra mulheres com as quais você convive?
Terminar a entrevista com a frase; ” Ser mulher é...”

·         Alunos que poderão entrevistar  Jaqueline: Só os alunos dos 2º e 3º anos.
·         Alunos que poderão entrevistar Giovana: Só os alunos dos 1º e 3º anos.
·         Alunos que poderão entrevistar Luciana: Só os alunos dos 1º e 3º anos.

·         Quantidade de alunos por entrevistados: No mínimo 10 e no máximo 15.

·         Só poderão fazer 3 entrevistas por turma e cada pessoa só poderá ser entrevistada 1 vez.

·         Haverá exposição dos trabalhos realizados num único painel.

·         Um  dvd contendo todas as entrevistas.

·         Fazer um banner de cada entrevistado para exposição.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO ENEM 2012 - HISTÓRIA


Conteúdo Programático


1- Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade
2. Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado
3- Características e transformações das estruturas produtivas

sábado, 1 de setembro de 2012

REVISÃO HISTÓRIA TERCEIRO ANO TERCEIRA UNIDADE

REVISÃO HISTÓRIA TERCEIRO ANO TERCEIRA UNIDADE
POPULISMO
         No Brasil, o populismo despertou o surgimento de políticos carismáticos que criavam uma imagem visando a atrair a atenção do eleitorado.
          A partir da Segunda Guerra Mundial e até 1960, o Brasil, a exemplo de outros países do denominado "Cone Sul", teve sua história marcada por um processo de modernização caracterizado  pela criação de uma política desenvolvimentista baseada em um processo de industrialização associado aos capitais estrangeiros.
         "Mais uma vez, as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, pra que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes (...) Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história." (Carta-Testamento de Getúlio Vargas)
         Do ponto de vista econômico, o governo Juscelino Kubitscheck foi marcado por intenso e acelerado crescimento, expresso no lema "Cinquenta anos de progresso em cinco de governo". Entre as inovações desse período, pode-se destacar a implementação da indústria automobilística e de ampla rede rodoviária.
          O período de João Goulart (1961-1964) foi marcado por grande instabilidade. Foram onze dias em clima de golpe de Estado. O país, dividido entre os legalistas, que apoiavam a posse do vice-presidente, e os golpistas, que desejavam alterar as normas constitucionais para impedir a ascensão de João Goulart. A grave crise foi solucionada por meio da emenda constitucional que introduziu o parlamentarismo. Pode-se dizer que esse governo viveu sobre o signo do golpe de Estado. Sobre o referido período, é correto afirmar que a proposta de reforma agrária, com emenda constitucional, provocou uma forte oposição dos proprietários rurais ao governo.
         O Populismo no Brasil, iniciado após a Revolução de 1930, termina com: o movimento civil-militar em 1964.
          
REVOLUÇÃO CUBANA
         No início da década de 1930, Fulgêncio Batista já havia se transformado em homem forte do regime, embora só tenha ocupado a presidência posteriormente (1940-1944 e 1952-1959). A Organização dos Estados Americanos (OEA) decidiu, no início da década de 1960, implementar o bloqueio econômico e político a Cuba. No início da ascensão de Fidel Castro ao poder, tomaram-se medidas democráticas e nacionalizantes, tais como a reforma agrária radical e a expropriação de propriedades de norte-americanos e de cubanos dos ramos petrolífero, telefônico, açucareiro e de eletricidade.
          A vitória da guerrilha cubana, em 1959, fortaleceu a ideia de que as forças populares são capazes de enfrentar e vencer um exército regular, assim como demonstrou que as condições para uma revolução socialista podem ser criadas por um foco de insurreição.
   A(s) consequência(s) desse tipo de revolução para a América Latina foi (foram) a difusão de focos guerrilheiros e a contrarreação armada de governos ditatoriais.
         A implantação do socialismo em Cuba abalou a influência dos EUA na América Central. Enquanto o regime de Fidel Castro exibe muitos êxitos no campo social, constata-se, porém, uma crise no campo econômico. Considerando o recente contexto internacional, essa crise tornou-se ainda mais grave devido ao fim do socialismo na ex-União Soviética e à manutenção do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos da América.

DITADURA MILITAR
         "..A UNE reúne futuro e tradição...A UNE é união... A UNE somos nós... A UNE é a nossa voz". "Hino da UNE", Vinicius de Moraes e Carlos Lira.  A participação do movimento estudantil na cena política brasileira foi marcante na luta contra o nazi-fascismo, na campanha pelo petróleo e, mais recentemente, na campanha pelo impeachment de Fernando Collor de Mello.  Após mais de dez anos de desarticulação e clandestinidade, a UNE foi restabelecida em 1979 e tornou-se um dos instrumentos de oposição ao regime militar.
          “Pelos campos a fome em grandes plantações/ Pelas ruas marchando indecisos cordões/ Ainda fazem da flor seu mais forte refrão/ E acreditam nas flores vencendo o canhão/ Há soldados armados, amados ou não/ Quase todos perdidos, de armas na mão/ Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição/ De morrer pela pátria e viver sem razão/ Nas escolas, nas ruas, campos, construções/ Somos todos iguais, braços dados ou não/ Os amores na mente, as flores no chão/ A certeza na frente, a história na mão/ Caminhando e cantando e seguindo a canção/ Aprendendo e ensinando uma nova lição / Vem, vamos embora, que esperar não é saber/ Quem sabe faz a hora, não espera acontecer (Refrão)." A canção intitulada "Pra não dizer que não falei das flores", de Geraldo Vandré, foi interpretada no Festival da Canção de 1968. Sobre ela, é correto afirmar que tornou-se hino de contestação dos movimentos sociais a partir da década de 1970, assinalando a presença de novos sujeitos sociais no cenário político.
         Em 1968, Caetano Veloso, ao defender num festival a sua composição "É Proibido Proibir", assim respondeu às vaias do público: "Mas é isso que é a juventude que quer tomar o poder. Vocês tem coragem de aplaudir este ano uma música que vocês não teriam coragem de aplaudir o ano passado! São a mesma juventude que vai sempre, sempre matar o velhote inimigo que morreu ontem. Vocês não estão entendendo nada, nada, nada Absolutamente nada (...) O problema é o seguinte: estão querendo policiar a música brasileira. Mas eu e o Gil já abrimos o caminho (...). Nós, eu e ele tivemos coragem de enfrentar em todas as estruturas e sair de todas. E vocês? E vocês? Se vocês em política forem como estética estamos feitos." (HOLLANDA, Heloisa Buarque e GONÇALVES, Marcos A. Cultura e Participação. Anos Sessenta, COLEÇÃO TUDO É HISTÓRIA, vol.41, Brasiliense, são Paulo, 1982, p.6). Quando Caetano fala sobre o policiamento da música brasileira ele se refere a um conjunto de medidas repressivas tomadas pelos governos militares, que culminaria  na promulgação do Ato Institucional nº 05 (AI-5).
         No final da década de 70 houve, na sociedade brasileira, mobilizações pela anistia ampla, geral e irrestrita. Acerca desses acontecimentos estão corretas as afirmativas, Entre as mudanças que contemplaram reivindicações populares, destacou-se a concessão de anistia a presos e exilados políticos A resposta do governo do General Geisel às mobilizações políticas e sociais correspondeu à promoção de uma abertura lenta, gradual e segura. Entre as mudanças políticas destacaram-se: a revogação do Ato Institucional nº 5 e o restabelecimento do direito de "habeas corpus". A abertura política caracterizou-se, entre outros aspectos, pelo fim do bipartidarismo e pelo retorno do pluripartidarismo.


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REDEMOCRATIZAÇÃO NO BRASIL
         O período de transição da ditadura militar para a chamada redemocratização no Brasil, em meados da década de 1980, caracterizou-se por disputas políticas que giravam em torno da possibilidade de ruptura ou continuidade do modelo que havia vigorado até então. Acerca da década de 1980 no Brasil, pode-se afirmar que foi um período de recessão das atividades econômicas e de crises sucessivas marcadas por uma inflação ascendente, tanto que muitos a consideram uma década perdida.
         No início dos anos noventa, diferentes segmentos da sociedade civil, entre eles os estudantes, mobilizaram-se em torno das principais questões políticas nacionais. A presença dos jovens "caras-pintadas" nas manifestações de rua em 1992 reflete o resgate da cidadania no país e o clamor da sociedade: pela ética e dignidade na vida pública.
          Ao assumir a presidência da República, ) Fernando Collor de Melo estabeleceu  um plano econômico (o Plano Collor) com a finalidade de acabar com a inflação, confiscando as cadernetas de poupança, as aplicações financeiras e as contas correntes, gerando uma grave crise na indústria, desemprego e a falência de várias empresas.
         Recentemente, tem havido no país um crescimento do número de movimentos grevistas. Esses movimentos têm como principal reivindicação reajustes reais de salário, isto é, salários que possam superar o custo de vida.






REVISÃO 2º ANO HISTÓRIA 3º UNIDADE


ILUMINISMO
         O Iluminismo foi um movimento intelectual, político e científico que defendeu o uso da razão como caminho para atingir a liberdade, a felicidade e o bem estar social.
PRINCIPAIS PENSADORES ILUMINISTAS
*VOLTAIRE: Atacava o Absolutismo e a intolerância religiosa e defendia a liberdade de expressão.  "Se existem ateus, a quem devemos culpar senão os tiranos mercenários das almas que, provocando em nós a nossa revolta, contra as suas velhacarias e hipocrisias, levam alguns espíritos fracos a negarem o Deus que esses monstros desonram? Quantas e quantas vezes essas sanguessugas do povo não levaram os cidadãos oprimidos a revoltar-se contra o seu próprio rei?". Ele fez do seu DICIONÁRIO FILOSÓFICO um libelo anticlerical com fortes críticas à conduta dos sacerdotes.
*MONTESQUIEU: Atacava o absolutismo e defendia os três poderes: legislativo, executivo e judiciário.
*ERASMO DE ROTERDAN: Em O ELOGIO DA LOUCURA, condena a leviandade com que o clero conduz os assuntos sagrados.
*JONH LOCKE: Em, SEGUNDO O TRATADO SOBRE O GOVERNO CIVIL, em que defendeu o direito à rebelião contra um governo tirânico.
*DESCARTES: No DISCURSO DO MÉTODO, em que apontava a fé como um empecilho ao conhecimento.
*ROUSSEOU: Atacava o absolutismo e defendia a soberania popular (governantes eleitos pelo povo).
DÉSPOTA ESCLARECIDO
         Eram reis que por influência do Iluminismo tornava a administração do seu poder absolutista mais flexível.

A INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS
         A independência dos Estados Unidos foi o primeiro movimento político inspirado nas ideias iluministas.
         O processo de independência das 13 colônias da América do Norte, que culminou com a Declaração de Independência em 1776, relaciona-se à intensificação do controle sobre as colônias da América do Norte, devido à crise econômica inglesa ao final da Guerra dos Sete Anos (1756-63).Por conta da guerra contra a França, a Inglaterra começou a cobrar mais impostos na colônia da América do Norte para cobrir com os prejuízos desta guerra. Assim, foram formadas as Leis como as do Açúcar – que era o pagamento das tarifas alfandegárias, a Lei do Selo – que cobra impostos de qualquer texto impresso e a Lei do Chá – que afetava os interesses dos colonos que até então comercializavam o produto internamente.
         A grande revolução nas Treze Colônias foi graças à pressão que a Inglaterra impôs aos seus colonos na América. A Declaração de Independência dos Estados Unidos ocorreu em 04 de julho de 1776 na Filadélfia após dois Congressos Continentais. Tendo como ideal que todos fossem livres e iguais. A Espanha e a França foram aliadas neste processo contra a Inglaterra que só aceitou a independência da sua principal colônia no Tratado de Versalhes.
        
REVOLUÇÃO FRANCESA
         A França de 1780 tinha três representantes da sociedade: o Clero, a Nobreza e o Terceiro Estado (composto de burgueses, artesãos e proletários, no entanto quem sustentava financeiramente estes dois primeiros era a burguesia que fazia parte do Terceiro Estado e que não se conformava com esta condição pois tinha dinheiro e não tinha poder.
         Com o envolvimento da França na independência dos Estados Unidos da América, a crise econômica agravou-se e o Terceiro Estado foi obrigado a pagar mais imposto pois o Clero e a Nobreza não queriam perder seus privilégios. Houve a convocação dos Estados Gerais com a confirmação do aumento do pagamento de impostos para o Terceiro Estado, pois o Clero e a nobreza se uniram contra eles. A burguesia não aceitou e pressionou o rei a fazer a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte forçando a formação de uma monarquia constitucional. A queda da Bastilha em 14/01/1789, foi a maior prova da decadência do Antigo Regime e em agosto do mesmo ano foi abolido o dízimo e todas as obrigações feudais que pesavam sobre os camponeses. Em seguida aprovou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que estabelece a igualdade entre os homens.
         Na Revolução Francesa, foi uma das principais reivindicações do Terceiro Estado  a abolição dos privilégios da nobreza e instauração da igualdade civil.
         A Revolução Francesa representou um marco da história ocidental pelo caráter de ruptura em relação ao Antigo Regime. Dentre as características da crise do Antigo Regime, na França, está a crescente mobilização do Terceiro Estado, liderado pela burguesia contra os privilégios do clero e da nobreza.
         A Revolução Francesa é um marco na história da humanidade por ter produzido rupturas com o Antigo Regime. O fim da servidão e dos privilégios feudais, a declaração dos direitos do homem e do cidadão, o confisco dos bens do clero, a reforma do Exército e da Justiça.
NAPOLEÃO BONAPARTE NO PODER
         Ao assumir o poder com um golpe de Estado, Napoleão Bonaparte prometeu aos franceses transformar a França na maior potência mundial.
         Ele chegou ao poder e era o único homem capaz de recompor o país, aos olhos da burguesia. Jovem General, ele abandonou seu exército em campanha no Egito e foi ovacionado pela população quando chegou na França. No entanto ele tomou o poder num golpe conhecido como 18 Brumário (9 de novembro), no calendário criado pela revolução. A primeira coisa que fez foi dissolver a Assembleia e aprovar uma outra constituição que extinguiu o Diretório.
         Napoleão sagrou-se Imperador da França em 1804.  Instituiu o Bloqueio Continental. Durante o período napoleônico (1799-1815), esta medida teve repercussões importantes nas relações comerciais do Brasil com a Inglaterra em 1806, com o qual Napoleão visava arruinar a indústria e o comércio ingleses.
         A era napoleônica (1799-1815) caracterizou-se como um período de profundas transformações políticas e sociais que consolidaram a hegemonia burguesa na França. A Promulgação do Código Civil dos franceses foi uma delas.
         O Congresso de Viena, de 1815, reuniu representantes dos países europeus com o objetivo de reorganizar o mapa político europeu e promover a paz entre os países beligerantes (ou seja em guerra).

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
         Dentre as consequências sociais forjadas pela Revolução Industrial pode-se mencionar o desenvolvimento de uma camada social de trabalhadores, que destituídos dos meios de produção, passaram a sobreviver apenas da venda de sua força de trabalho.
         A Revolução Industrial, iniciada na segunda metade do século XVIII, gerou profundas transformações, econômicas e sociais. Entre essas transformações, pode-se  apontar a redução dos custos de produção, ampliando o mercado consumidor.


REVOLUÇÕES INGLESAS
         Após a decapitação de Carlos I em 1649, o governo inglês foi entregue a Oliver Cromwell, permanecendo no poder até sua morte em 1658. Essa fase da história britânica pode ser encarada como uma espécie de experiência republicana.
         A chamada "Revolução Gloriosa" (1688-1698) fez triunfar na Inglaterra as ideias liberais, praticamente um século antes do que iria acontecer na França e em outras partes da Europa. Aos resultados obtidos por esse movimento, podemos citar a limitação da autoridade real e consolidação do parlamentarismo.

sábado, 9 de junho de 2012

REVISÃO 2ª UNIDADE PARA OS 3º ANOS HISTÓRIA


REVISÃO 2ª UNIDADE  PARA OS 3º ANOS HISTÓRIA
                O Entre Guerras (1918-1939) pode ser considerado, no seu conjunto, como um período de crises econômicas. As perdas humanas e materiais e o endividamento dos governos, provocado pela longa duração da guerra, debilitara as economias europeias, enquanto os Estados Unidos se tornaram o principal financiador dessas economias e o maior país exportador de bens para os países europeus.
                Autoritarismo – Sistema de governo autoritário, ele impõe as leis e limita a liberdade das pessoas.
                Totalitarismo – É um regime extremo. A intervenção das pessoas é a máxima possível. As relações sociais são regradas, o cotidiano é rigidamente policiado. A propaganda ideológica do regime é intensa, a imprensa, a cultura e o sistema educacional são diariamente controlados.
                Fascismo – Surgiu na Itália pós 1ª Guerra com Benito Mussoline no poder após forçar o rei da Itália a acabar com a monarquia. Durou até o final da 2ª Guerra Mundial.
                Nazismo – Surgiu na Alemanha também no pós 1ª Guerra e teve impulso com a fragilidade e o desemprego do povo alemão que acreditou nas ideias de purificação da raça, instaurado por Adolf Hitler. O mesmo pregava que deveria haver a morte de todos os inimigos da raça, os deficientes e os judeus. Com isso ele eliminou milhões de pessoas com seu regime totalitário, graças à teoria do Arianismo que afirmava a superioridade dos indivíduos de aparência loira e de olhos claros.
                O Tratado de Versalhes foi o acordo diplomático que pôs fim à Primeira Guerra Mundial, pelo qual a Alemanha foi obrigada a ceder sua principal área industrial (o Ruhr), as províncias da Alsácia e Lorena (obtidas na Guerra Franco-Prussiana de 1871)  e teve estabelecidas limitações ao tamanho das forças militares de que poderia dispor. A rigidez dessas condições tornou a paz politicamente inaceitável para o povo alemão e foi uma das causas da ascensão do nazismo.
                A crise econômica europeia após a Primeira Guerra Mundial, a Revolução Russa e a ascensão dos movimentos comunistas provocaram o medo nas camadas burguesas e conservadoras italianas e alemãs, que passaram a apoiar regimes repressores de caráter centralizador. Na Alemanha, esse quadro foi agravado ainda mais pela crise de 1929.
                A produção em série, a padronização e a racionalização elevaram a produtividade industrial, nos anos 20, fazendo crescerem os lucros, os investimentos e as fábricas (60% no EUA). O mercado consumidor europeu, entretanto, passou  não absorver a produção industrial americana, fazendo os produtos encalharem nas prateleiras.
                A crise culminou com a chamada “quinta-feira negra” (24 de outubro de 1929), quando a Bolsa de Nova York “quebrou”. Essa quebra deveu-se à perda de valor das ações das empresas que estavam sendo artificialmente elevado por especulações alimentadas pela inflação monetária, resultado das facilidades de crédito e pelo desenvolvimento dos trustes, que investiam na compra de títulos, interessados numa alta.   O New Deal propunha a geração de empregos por meio da realização de grandes obras públicas e o subsídio governamental aos pequenos proprietários criado pelo presidente americano Franklin Delano Roosevelt.
                Os termos dos tratados de paz assinados ao fim da Primeira Guerra Mundial que favoreceram o recrudescimento (renovação com maior intensidade) do nacionalismo exacerbado e do revanchismo, as consequências da crise de 1929, a descrença nas instituições liberais e a ascensão dos regimes totalitários como o nazismo e o fascismo foram alguns dos fatores que contribuíram para a eclosão da Segunda Guerra Mundial.
                Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís (que quebrou a aliança feita como os mineiros – café com leite – indicando o paulista Júlio Prestes como seu sucessor). Seus quinze anos de governo seguintes, caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi promulgada a Constituição de 1934. Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o Estado Novo e passa a governar com poderes ditatoriais. Sua forma de governo passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda ) para controlar e censurar manifestações contrárias ao seu governo. Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do comunismo. Enviou Olga Benário, esposa do líder comunista Luis Carlos Prestes, para o governo nazista.
                Vargas criou a Justiça do Trabalho (1939), instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas.
GV investiu muito na área de infraestrutura, criando a Companhia Siderúrgica Nacional (1940), a Vale do Rio Doce (1942), e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco (1945). Em 1938, criou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Saiu do governo em 1945, após um golpe militar. E também foi durante seu governo que o voto da mulher foi instituído.
As causas da Segunda Guerra Mundial
Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes,  inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.
Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
                O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos: Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão).
                O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
 Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os Estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.
 De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.
 O Brasil participa diretamente por influência dos Estados Unidos com a proposta de uma compensação financeira que viria através de investimentos na indústria brasileira. Foi enviado para a Itália (região de Monte Cassino) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma importante vitória ao lado dos Aliados.
                Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
                Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.

Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
                Podem ser apontados como fatos marcantes do Pós-Segunda Guerra Mundial o processo de descolonização da Ásia e da África. ) As origens da Guerra Fria relacionam-se com a eclosão de revoluções socialistas em Cuba, na Coréia e no Vietnã do Norte, que ameaçam a presença econômica americana na Indochina e na América Latina. A intervenção dos Estados Unidos da América no Vietnã, no contexto dos conflitos militares da Guerra Fria, tinha como propósito ) evitar a reunificação do Vietnã sob o poder do governo socialista do Norte, o que representaria a ampliação da zona de influência soviética.
            Chama-se Guerra Fria ao  conjunto de tensões entre Estados Unidos e União Soviética, resultante da disputa, entre ambas, por uma posição hegemônica no contexto internacional do pós Segunda Guerra Mundial.
                Foi na Conferência de Bandung, ocorrida em 1954, foi um momento importante na reafirmação dos países africanos, latino-americanos e asiáticos nas relações internacionais.  Dentre as várias teses apresentadas, inclui-se a do Terceiro – Mundismo.